segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Eepero não exagerar



Espero não exagerar
Quando disser o que direi,
Quando eu te falar
Que acho que me apaixonei

Por ti desde a tarde,
Das mais mágicas da minha vida.
Será que posso te acompanhar
Pelo resto da sua, querida?

Minha mente está sendo
Corroída por uma questão
(In) diretamente envolvendo
O meu e o seu coração.

Não sei se devo confiar
No que alguém me dissera
Mas há um tempo quisera,
Frente a frente, te perguntar

Se, contigo, tenho chance
De ter algo além de amizade?
Se, como nunca antes
Poso amá-la, amei de verdade?

Quer tempo? Te dou
O quanto for preciso.
Você me deixou
Necessitado do seu sorriso,
Mas, por favor, dê-me seu amor
Se merecer tudo isso

Cai a chuva



Cai a chuva
Molhando a rua.
Com ela vem a falta
Que sinto da tua
Presença ao meu lado.

Às vezes se abre o céu
Mas ele logo volta
A ser um negro véu.
Quero bater na sua porta
Dizer que estou apaixonado

E tudo o que guardo
Dentro de mim todo
Esse tempo que o espaço
Separa o que deve ser unido.

Todo dia me desespero
Pois eu “só” quero
Viver e morrer contigo
De um modo esmero.

Me faltam, faltarão
Me faltaram adjetivos
Para traduzi-la, fada
De modos humanos.